Artigo
Presença digital
Site ou rede social: onde seu negócio precisa estar
Rede social é canal alugado: o alcance depende de um algoritmo que muda e a conta pode ser bloqueada sem aviso. Site é propriedade sua, aparece na busca e não depende de terceiros. Para negócio pequeno que está começando, o perfil pode bastar; a partir do momento em que existe catálogo, agendamento ou busca a capturar, a ausência de site passa a custar.
A diferença que importa é controle
No perfil, você constrói audiência dentro de uma plataforma que decide quantas pessoas veem o que você publica, e essa decisão muda sem aviso. Já aconteceu com todas as redes, e vai acontecer de novo.
No site, o endereço é seu, o conteúdo é seu e ninguém reduz seu alcance por mudança de política. A contrapartida é que ninguém entrega público: você precisa conquistá-lo pela busca ou trazê-lo de outro canal.
Quando o perfil realmente basta
Comércio de bairro que vende por proximidade e indicação, com clientela que já conhece o ponto, funciona bem com perfil no Google e rede social. Nesses casos o site vira um custo sem retorno claro no começo.
A ressalva é que o perfil no Google, nesse cenário, importa mais que a rede social, porque ele captura quem está procurando agora.
Quando a ausência começa a custar
Três situações marcam a virada: existe catálogo grande demais para caber num perfil, existe agendamento ou orçamento a receber, ou existe demanda de busca que você não captura porque não tem página para responder.
A partir daí, cada mês sem site é demanda entregue ao concorrente que tem. É quando a
deixa de ser investimento em imagem e vira canal de aquisição.
O site que resolve não é o site grande
O erro oposto também existe: projeto ambicioso, com muitas páginas para manter, que envelhece e passa a trabalhar contra a empresa.
Poucas páginas rápidas, com informação correta e contato a um toque, resolvem mais que um site grande e desatualizado. E quando existe campanha rodando, uma
costuma converter bem acima do site institucional.